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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Esta ai uma dica de empresa experiente em projetos especiais p/elevação de carga.
A Rigging Brasil desenvolve equipamentos para as mais diversas aplicações, oferecendo maior segurança as operações, redução do consumo de lingas, movimentação correta das cargas, integridade das peças, dentre outros beneficios.
O desenvolvimento de um equipamento específico inicia através de uma visita técnica, verificando as necessidades e as limitações das operações onde desenvolvemos a partir daí um projeto personalizado para cada movimentação.
O desenvolvimento de um equipamento específico inicia através de uma visita técnica, verificando as necessidades e as limitações das operações onde desenvolvemos a partir daí um projeto personalizado para cada movimentação.
Equipamento de elevação.
Pega Chapas.
Equipamento desenvolvido para atender a movimentação segura de chapas na horizontal e vertical, muito utilizada nas industrias de caldeiraria pesada e nos centros de distribuição de aço siderúrgico.
Equipamento de elevação.
Equipamentos para elevação.
Barra de Carga.
Equipamento desenvolvido para atender as necessidades de movimentação de cargas compridas onde é necessário no mínimo 2 pontos de içamento para uma movimentação segura. Muito utilizado na movimentação de chapas de aço, feixos de vergalhões, vigas e perfis, entre outros.
Alguns equipamento de elevação.
Tenaz Mecânica.
Equipamento desenvolvido para atender as necessidades de movimentação de vários produtos. Exemplos. de aplicação: Torno mecânico, Caixotes metalicos, Pequenas matrizes de injeção, Bobinas e tiras de aço.
Barra de Carga.
Equipamento desenvolvido para atender as necessidades de movimentação de vários produtos. Exemplos. de aplicação: Torno mecânico, Caixotes metalicos, Pequenas matrizes de injeção, Bobinas e tiras de aço.
Barra de Carga.
Alguns equipamento de elevação.
Cinta de Malha Metálica.
São desenvolvida sob medida para cada cliente, são a solução ideal para grandes pesos e situações adversas.
Gancho C.
Equipamento projetado para transporte de bobinas, o gancho C pode ser personalizado para atender as necessidades especificas de cada cliente como configuração de carga, área de elevação e dimensões do olhal de içamento.
São desenvolvida sob medida para cada cliente, são a solução ideal para grandes pesos e situações adversas.
Gancho C.
Equipamento projetado para transporte de bobinas, o gancho C pode ser personalizado para atender as necessidades especificas de cada cliente como configuração de carga, área de elevação e dimensões do olhal de içamento.
| Tenaz Mecânica |
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plado de rigging.
O plano de rigging deve ser elaborado por um profissional capacitado, incluindo a memória de cálculo, os projetos de dispositivos, os desenhos demonstrativos de todas as fases de içamento, as posições mais críticas e as folgas previstas em relação as interferências. Nele deve constar, de forma imprescindível, as seguintes informações técnicas:
-Configuração do guindaste.
-Velocidade do vento.
-força na sapata.
-Porcentagem de utilização do guindaste.
-Layout completo da operação.
-Relação de eslingas e acessórios.
-Identificação do guindaste.
Configuração do guindaste: lança, raio de operação, tipo de moitão, passadas de cabo, contrapesos, posicionamento das sapatas jib e etc.Capacidade bruta do guindaste: conforme valores das tabelas de cargas e digrama de içamento do guindaste
Velocidade do vento: máxima permitida para operação do guindaste com carga. este cálculo é feito através de uma tabela padrão no qual se classifica determinados tipos de designação do vento como: vento parado, aragem, brisa e etc; e normalmente demarcado no plano como beaufort; nome dado ao tipo de vento da tabela de velocidade através de classificação por números, ex.: Beaufort 6 é designado como Vento leve e atua entre 10,8 e 13,8 m/s ou 39 e 49 km/h
Layout completo da operação: desenho técnico feito à mão ou através de softwares como o Autocad da Autodesk, impresso em folhas tipo A1, implementando no desenho o equipamento bem como seus acessórios, interferências e sua carga, normalmente se faz o plano de rigging com o desenho em perfil e topo, podendo variar em alguns casos, hoje em dia já se aplica e desenvolve-se planos de rigging em 3D digitalmente.
Configuração do guindaste: lança, raio de operação, tipo de moitão, passadas de cabo, contrapesos, posicionamento das sapatas jib e etc.Capacidade bruta do guindaste: conforme valores das tabelas de cargas e digrama de içamento do guindaste
Velocidade do vento: máxima permitida para operação do guindaste com carga. este cálculo é feito através de uma tabela padrão no qual se classifica determinados tipos de designação do vento como: vento parado, aragem, brisa e etc; e normalmente demarcado no plano como beaufort; nome dado ao tipo de vento da tabela de velocidade através de classificação por números, ex.: Beaufort 6 é designado como Vento leve e atua entre 10,8 e 13,8 m/s ou 39 e 49 km/h
Força na sapata: força máxima atuando na sapata do guindaste com mais esforço,onde, o guindaste em operação transmite forças consideráveis ao solo, através das sapatas, originadas pelo peso do guindaste, do contrapeso adicinal e pela carga bruta, uma vez determinada a força aplicada na sapata e a resistência do solo, o rigger pode então calcular a área de suporte que deve ser construida para a operação. É fundamental que sempre se considere as medidadas da sapata mais próxima ao centro de giro do guindaste, caso o peso do guindaste não seja conhecido através do catálogo do fabricante adotar o seguinte cálculo: P= NE X 12,00 t (onde P (Peso do guindaste), NE (número de eixos) e 12,00 é o valor brasileiro atribuido à tonelagem de carga exercida por eixo em veículos rodoviários pesados.
Porcentagem de utilização do guindaste: classificação em porcentagem da utilização do guindaste na operação em questão; para se fazer este cálculo basta utilizar a seguinte fórmula: CGB / CPB x 100 = Carga bruta, dividido pela Capacidade bruta x 100. assim se obtem um valor numerico em porcentagem de utilização do guindaste, que deve ser respeitado principalmente contra a limitação do fabricante, do LMI do guindaste e normas ISO e DIN.
Layout completo da operação: desenho técnico feito à mão ou através de softwares como o Autocad da Autodesk, impresso em folhas tipo A1, implementando no desenho o equipamento bem como seus acessórios, interferências e sua carga, normalmente se faz o plano de rigging com o desenho em perfil e topo, podendo variar em alguns casos, hoje em dia já se aplica e desenvolve-se planos de rigging em 3D digitalmente.
Relação de eslingas e acessórios com detalhes da montagem das amarrações, tipos de cintas e cabos, dimensionando-as e estabelecendo os tipos de terminais adaptáveis a acessórios complementares como manilhas.
Identificação do guindaste: Marca, modelo, capacidade nominal e série; é fundamental a escolha correta do equipamento pois este é o mentor da operação e é fundamental que seja estabelecido com conhecimento técnico.
planejamento.
O planejamento do serviço tem a sua importância, pois, além de possibilitar a seleção do equipamento mais adequado e da melhor estratégia de içamento, também fornece dados que servem para a compra de suprimentos como materiais necessários à mobilização e preparação da máquina e acessórios, de forma a se evitar imprevistos, retrabalho e estabelecendo parâmetros de segurança operacional.
Operações com guindaste.
As empresas contratantes de serviços envolvendo içamento de cargas com guindastes encontram, em geral, certas dificuldades em estabelecer parâmetros e critérios técnicos que possam justificar a necessidade de um plano de rigging para esta tarefa. Tais dificuldades independem da natureza do serviço, que pode ser um simples descarregamento de caminhão ou até mesmo uma operação complexa, envolvendo a mobilização de mais de um guindaste e com elevado grau de risco.
Riscos...
Os perigos mais comuns durante a atividade de elevação de carga que podem ocasionar um acidente, ocorrem normalmente devido a falha do equipamento de elevação de carga.
Algumas praticas e manutenções podem evitar este risco e contribuir para o trabalho de elevação de carga seja feito com segurança.
Estas são algumas dicas simples que podem contribuir no dia-a-dia das atividade de elevação de carga.
Algumas praticas e manutenções podem evitar este risco e contribuir para o trabalho de elevação de carga seja feito com segurança.
Estas são algumas dicas simples que podem contribuir no dia-a-dia das atividade de elevação de carga.
- A primeira dica é usar equipamentos de elevação de carga que sejam adequado para levantar de forma segura carga;
- Use uma pessoa competente para operar o elevador, guincho ou ponte rolante. Faça uma planejamento para esta atividade, o plano deve incluir na ordem de trabalho, a via, o peso, método e o que fazer caso a carga seja deslocada ou que durante a atividade haja mau tempo;
- Se a elevação de carga ocorrer em locais abertos, como em Portos ou na Construção Civil, por exemplo, verifique a previsão do tempo, pois ventos fortes podem prejudicar o trabalho a ser realizado;
- Antes de iniciar a elevação de carga, isole a área. Não levante a carga sobre áreas onde as pessoas possam trabalhar ou passar;
- Todos os equipamentos e acessórios de elevação de carga devem ser devidamente inspecionado e examinado. A manutenção regular dos equipamentos não só garante a segurança, como também contribuí para a vida útil do equipamento;
- Garanta que os funcionários e os supervisores são treinados, competentes e com experiência na segurança da elevação de carga. Promova sempre cursos de reciclagem também. Capacitar os funcionários que utilizarão o equipamento é essencial para evitar riscos e acidentes.
INSPEÇÕES DE GUINDASTES.
Instruções. Uso dos equipamentos de Elevação e Transporte
Os procedimentos de inspeção para os guindastes em uso regular deverão ser divididos em duas classificações gerais baseadas nos intervalos entre inspeções. Os intervalos por sua vez dependem da natureza dos componentes críticos do guindaste e o nível de exposição ao desgaste, deterioração e defeitos. As duas classificações gerais são aqui designadas como “freqüente” e “periódica”, com os intervalos respectivos definidos da seguinte forma.
Inspeção freqüente – mensal e ou diário (deverá ser usado o mesmo relatório de pré-aceitação ).
S = Satisfatório R = Revisar I = Insatisfatório (bloquear)
Os procedimentos de inspeção para os guindastes em uso regular deverão ser divididos em duas classificações gerais baseadas nos intervalos entre inspeções. Os intervalos por sua vez dependem da natureza dos componentes críticos do guindaste e o nível de exposição ao desgaste, deterioração e defeitos. As duas classificações gerais são aqui designadas como “freqüente” e “periódica”, com os intervalos respectivos definidos da seguinte forma.
Inspeção freqüente – mensal e ou diário (deverá ser usado o mesmo relatório de pré-aceitação ).
| Extintor de Incêndio | |
| Buzina | |
| Limpador de Pára-brisa | |
| Painel de Comando | |
| Retrovisor | |
| Vidros das Portas | |
| Pára-brisa | |
| Tabela de Carga | |
| Patola do Guincho | |
| Hidráulico da Lança | |
| Elevação de Lança | |
| Freio | |
| Freio de estacionamento | |
| Faróis de Iluminação | |
| Luz de Freio | |
| Pneus | |
| Pisca Alerta | |
| Piscas Direcionais | |
| Sinalização dos Pára-choques | |
| Alarme de Ré | |
| Trava do Gancho |
| vistos pelos-Técnico de Segurança, | Operador do Equipamento e Encarregado. |
S = Satisfatório R = Revisar I = Insatisfatório (bloquear)
INSPEÇÃO DE ACEITAÇÃO, FREQÜENTE E PERIÓDICA
• Antes de iniciar sua operação, todos os guindastes deverão ser inspecionados e testados para comprovar seu atendimento às disposições das normas legais pertinentes e as exigências e/ou especificações do fabricante.
• Os guindastes deverão ser submetidos a testes de carga e serem examinados detalhadamente antes de entrarem em operação. O Setor de Segurança do Trabalho da Contratada deverá acompanhar os testes e exames e manter em arquivo, cópia dos relatórios de inspeção que deverão ser apresentados à SSTMA da International Paper.
• Quando a configuração do guindaste for alterada, o guindaste tiver sido desmontado ou remontado, um novo teste deverá ser efetuado.
• Os guindastes deverão ser submetidos a testes de carga e serem examinados detalhadamente antes de entrarem em operação. O Setor de Segurança do Trabalho da Contratada deverá acompanhar os testes e exames e manter em arquivo, cópia dos relatórios de inspeção que deverão ser apresentados à SSTMA da International Paper.
• Quando a configuração do guindaste for alterada, o guindaste tiver sido desmontado ou remontado, um novo teste deverá ser efetuado.
Equipamentos de elevação.
14:53
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São considerados equipamentos de elevação de materiais, os equipamentos que levantam e movimentam para outros locais, materiais diversos. Entre estes equipamentos destacam-se os elevadores de carga, guindastes, monta-cargas, pontes-rolantes, talhas, guinchos, gruas, caminhões tipo munck, etc.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
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